Ao Poeta que acordou na esquina da Graça   1 comment


Avenida da Liberdade, vista do alto, Praça Marquês de Pombal, Lisboa. 

  Ao poeta  que acordou na esquina da Graça   

 

 A saudade é um facto

Que traz o fado aos ouvidos,

Mas vem com ele o alto

Da nossa querida Lisboa,

Lá, as gaivotas não param de voar,

Nem os poetas de  contar.

 

 Tristeza danada essa !

 Portugal meu mar e meu chão ,

Meu céu também e de meu amor.

Canto nas esquinas e nos jardins,

Nas vilas e nas aldeias  aonde vamos,

Pelas  estradas  sem fins…

 

 Entre nós um oceano…

Sou o filho que chora o pai que se foi,

Mas deixou força e fibra nas terras mil.

Do destino,  de seu filho Brasil!

 

Denise Figueiredo
©2010

 In Razão para Amar

II edição

 

 

 

Anúncios

Publicado agosto 22, 2009 por Denise Figueiredo em Poesias

Uma resposta para “Ao Poeta que acordou na esquina da Graça

Assinar os comentários com RSS.

  1. Te adoro querida , adoro a tua poesia inspiradora e subtil és um amor de poetiza.Peço mais cada dia. Beijão.Manuel Poète

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

De Janeiro a Janeiro

by Mariana Alcântara

Espaço de Celina

Criação literária de Celina Bittencourt

Paulo Alexandre Henriques

Escritor e Poeta português

Gotasdepoesia's Blog

Just another WordPress.com weblog

%d blogueiros gostam disto: