Primavera   1 comment


 

 

A Primavera  
Primavera é um botão
Do Verão se aproxima
Do inverno distancia-se
Do outono quer saber não
Rosa, azul, verde e amarelo
Cores pra que te quero
Enfeitar lares, ruas e praças
Gentes, animais e a nação
Muda tudo e dá cor,
 vida  e  também  amor
Transforma dores em tons
Com nuances de um olhar
E não se faz nenhum favor
A luz do sol é mais forte
O dia começa a alongar
De alegria se dança e canta
Há mais emoção no olhar
Na primavera da vida
Vê-se tudo e mais além
As alegrias, os tons as nuances…
Tudo isso por amar alguém.
Denise Figueiredo
” In Segredos”

 

Anúncios

Publicado setembro 21, 2009 por Denise Figueiredo em Poesias faladas

Uma resposta para “Primavera

Assinar os comentários com RSS.

  1. Olá querida amiga aqui te deixo mais um texto sobre o poeta:O Poeta na CenaCabelos ao vento, o coração Solto nos meus pensamentos.Eu desenhei no céu o teu rosto,Vi uma luz tão bela, e tão minha A me iluminar. Que eu vi a tua imagem Como se fosse quase uma miragem…Teu corpo num terno e suave bailado.Tão sensual, parecia que me chamavas…Um mágico momento assim tão trágico.No centro de um palco, sob as luzes da CenaOnde, tu estavas na medida em que bailavasMais e mais me encantavas, E tu cada vez mais me atraías…Ah! Teus encantos, teus segredos. A tua ligeireza, não foi em vão,Tudo que tu me revelavas. Foi tudo só uma surpresa,Viajei naquela doce e simples ilusão.Dançando completamente solto como seriaCom uma nuvem, dancei na minha imaginação.Encenei iludindo assim o meu coração,Que ao romper do sol, pouco mais cedo,Abriu-me as portas da triste realidade,E quando me despi de toda esta fantasia.Deixei de ser o Artista e logo.Retirei esta maquilhagem do meu rostoCom as águas da uma imensa saudade.Enxaguei a alma, e lavei-me o rosto.Um ligeiro sorriso de adeus ao passado…Pois foram só aquelas luzes da Cena.Que se apagaram e nada, mais veio.E as nuvens com o vento ecoando abalaram.Levaram para longe este meu devaneio.O amor tomou asas, e na cena acabaram.E morreu este acontecimento dramático.Núpcias não houvera e o poema terminou.textoManuel Poète©

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

De Janeiro a Janeiro

by Mariana Alcântara

Espaço de Celina

Criação literária de Celina Bittencourt

Paulo Alexandre Henriques

Escritor e Poeta português

Gotasdepoesia's Blog

Just another WordPress.com weblog

%d blogueiros gostam disto: