Ainda mais uma vez   6 comments


 

Ainda mais uma vez

 

Amo-te e não me envergonho

Quero-te e ouso dizer

Que meu amor é um sonho

E nada há por fazer.

 

Às vezes me pego chorando

De alegria e não por dor

Outras, a Deus louvando,

Por ter me ofertado esse amor.

 

Saímos de muitos carinhos,

Seguimos por vários caminhos.

E a saudade que ficou?

É a certeza,

Que esse amor não acabou.

 

Denise Figueiredo

“ In Segredos”

 

 

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Publicado fevereiro 14, 2010 por Denise Figueiredo em Poesias

6 Respostas para “Ainda mais uma vez

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  1. Denise, minha amadacomo sempre a tua poesia é lindissimapor razões profissionais venho este mês muito menos mas o meu carinho é o mesmo minha amiga queridaboa semanahttp://i331.photobucket.com/albums/l444/migas2008/OFERTA.gifbeijocas doces

  2. "E a saudade que ficou?É a certeza,Que esse amor não acabou." – que maravilha querida Denise é a tua poesia! Gosto muito do teu estilo, a forma como colocas as palavras… Muito bom mesmo! Tenhas uma linda semana, de amor e paz, querida!Beijinhos…..

  3. Lindo!!!!Maravilhosa poesia querida Denise!Passei por aqui para te der um grande beijinho e te desejar umhttp://i48.tinypic.com/2v26vsp.gif Boa semanaCéu

  4. BOM DIA ALEGRIA!Boa Semana!Bom Carnaval!Enfim…. Tudo de bom!!!!  ώώ   ώώ    ώώ  ώώ    ώώ  Soneto de InêsDos olhos corre a água do Mondegoos cabelos parecem os choupaisInês! Inês! Rainha sem sossegodum rei que por amor não pode mais.Amor imenso que também é cegoamor que torna os homens imortais.Inês! Inês! Distância a que não chegomorta tão cedo por viver demais.Os teus gestos são verdes os teus braçossão gaivotas poisadas no regaçodum mar azul turquesa intemporal.As andorinhas seguem os teus passose tu morrendo com os olhos baçosInês! Inês! Inês de Portugal.(José Carlos Ary dos Santos)   ώώ   ώώ    ώώ  ώώ    ώώ  Beijos sem fim…♣ Ąηηα ♣ http://i46.tinypic.com/16gek45.jpg

  5. O AMOR, QUANDO VERDADEIRO, JAMAIS ACABA….FICA EXISTINDO NA SAUDADE…FELICIDADES E TUDO DE BOM AMIGA DENISE

  6. Mais Alta Janela da Minha Casa Da mais alta janela da minha casa Com um lenço branco digo adeus Aos meus versos que partem para a Humanidade. E não estou alegre nem triste. Esse é o destino dos versos. Escrevi-os e devo mostrá-los a todos Porque não posso fazer o contrário Como a flor não pode esconder a cor, Nem o rio esconder que corre, Nem a árvore esconder que dá fruto. Ei-los que vão já longe como que na diligência E eu sem querer sinto pena Como uma dor no corpo. Quem sabe quem os terá? Quem sabe a que mãos irão? Flor, colheu-me o meu destino para os olhos. Árvore, arrancaram-me os frutos para as bocas. Rio, o destino da minha água era não ficar em mim. Submeto-me e sinto-me quase alegre, Quase alegre como quem se cansa de estar triste. Ide, ide de mim! Passa a árvore e fica dispersa pela Natureza. Murcha a flor e o seu pó dura sempre. Corre o rio e entra no mar e a sua água é sempre a que foi sua. Passo e fico, como o Universo.

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