Um cafe para dois I   Leave a comment


Um Café para Dois

 

A placa no final da estrada indicando a curva serena é o único caminho e um portal infinito, a certeza de  seguirmos e consciência de que não podemos parar. Mas os sinais   e semáforos existentes  ao longo desta, só nós mesmos lhes trocamos as cores , temos o poder e a energia para o fazer.

 

O tempo é o controle absoluto.

 

Se vamos rápido deixamos de apreciar o verde, o cheiro de mato, as cores fortes e firmes da primavera e do verão, que  no outono, vão do queimado ao dourado, mas no inverno é branco de paz.

 

Se for média a velocidade, então o prazer de ver os que passam os que param os que sorriem os que choram, os que a mão oferecem e os que partem.Porque amar é também a saudade de quem partiu.

 

E se ainda mais lento, conseguimos até tocar em alguns, conversar e trocar energias com outros.

 

Estradas longas e sem endereços, sem paisagens e sem adereços, apenas com o horizonte, é também motivo de sonhar e continuar na certeza que na curva seguinte o que não  conseguimos ver até o ponto chegado  vai está lá.

 

Por isso…

 

Um café para dois companheiros de viagem.

 

 

Denise Figueiredo

Divagando

©2010 

 

 

 

Un café para dos  

La cuenta al final de la carretera que indica la curva que es la única manera pacífica y una infinidad portal está seguro de seguir y comprender que no podemos detener. Pero las señales y los semáforos existentes a lo largo de este sólo a nosotros mismos Hemos cambiado los colores, tienen el poder y la energía.  

El tiempo es el control absoluto.

Si no somos capaces de apreciar el verde rápido, el olor de las maderas, colores, más fuerte la primavera y el verano que en otoño, que van desde la de oro para quemados, pero en invierno es de color blanco por la paz.  

Si la velocidad media, tan contentos de ver que pase que detener la sonrisa que los que llorar, los que ofrecen una mano y los que aman partem.Porque es también la nostalgia de los que partieron.  

Y si incluso más lento, hasta que podamos jugar a algunos, hablar e intercambiar energía con otros.  

Largos caminos y direcciones que no, no hay escenografía y utilería no, sólo el horizonte, también es una razón para soñar y seguir en la certeza de que en la siguiente esquina para ver lo que no podemos llegar a un punto de ir allí.  

Así que …

Un café para dos compañeros de viaje.


Denise Figueiredo
Laberíntico
© 2010

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Publicado maio 13, 2010 por Denise Figueiredo em PENSAMENTOS

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