Arquivo da categoria ‘Homenagens

A Flor Mais Grande do Mundo * Jose Saramago *   12 comments


E se os contos infantis forem de leitura obrigatória para adultos?

Seríamos realmente  capazes  de aprender  o que,

desde há muito  tempo vimos ensinando?

Jose Saramago

Escritor português, prêmio Nobel de literatura  ano de 1998.

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Publicado junho 19, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

Feliz dia dos NAMORADOS!   4 comments


 

 

 

Quando temos a alegria de dizer que amamos,
Nem o plácido olhar ou a mão ao afagarmos os olhos de quem amamos,
Tem o mesmo prazer das palavras.

Quanto mais o sorriso que invade em nosso olhar .
Quando dizemos que amamos
E escutamos de alguém
Que é feliz por nos amar!

São EMOÇÕES que a própria RAZÃO desconhece.
mas acontece

Denise Figueiredo

©2010

 

 

 

Não  esqueça de dizer 

Amo-te

Não importa a distância,

Não importa o tempo,

Não importa as circunstâncias,

Amo-te  apesar de mim! 

Denise Figueiredo

©2010

 

    

O que não se pode explicar aos normais

 

Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão,

Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar,

Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,

Sobre a verdade e a ilusão,

Quem afinal é você,

Quem de nós vai mostrar realmente o quer,

Um coração nesse furacão, ilhado onde estiver,

O meu querer é complicado demais,

Quero o que não se pode explicar aos normais,

Sobre o porque de tantos porquês,

E responder

Entre a razão e a emoção eu escolhi você!

Música e poesia  Catedral

 

Lo que no puede explicar la normal

Sobre el amor y el amor no, sobre la pasión,
Acerca de subir, cómo sabes que te amo
Acerca de querer, de la comprensión, el olvido no,
Acerca de la verdad y la ilusión,
¿Quién es usted de todos modos,
¿Quién nos mostrará realmente quieren,
Un corazón que el huracán, donde se encuentran aislados,
Mi deseo es demasiado complicado,
Quiero lo que no puede explicar la normal
Acerca de por qué tantos porqués,
Y para responder a
Entre la razón y la emoción que usted elija!

 Música e poesia Catedral

Publicado junho 12, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

Dia Mundial da Poesia- 21 de março © 2010   1 comment


Nem tudo na vida é poesia.

 

 
Nem tudo na vida é poesia.
Mas a poesia é tudo.
Tudo de bom,
Para aprender,
Deixa os traços dos passos.
 
Que andou,
Ou quer andar.
Os anseios,
As paixões,
As negações.
Os anexos
E amplexos.
 
Casuais ou intencionais.
Traduzem o bem e o mal.
Sempre poesia!…
Todo dia?
Nada mal.
 
Denise Figueiredo

Meus Sonhos 

© 2010

Ed. Abrali

 

Publicado março 21, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

Retorna vai Poeta…   1 comment


 

Retorna,vai…
 
 
Volta a escrever poeta.
Diga a que veio,
És meu muso e esteta,
Aguardo novo veio.
 
Quem passa correndo,
Gosta de ver pinturas.
Quem medita?Escutar partituras.
Eu amo as letras, sigo a vida lendo!…
 
Goza a vida,
Estraga os teus dias,
Mas não os meus.
Que amo ler os textos teus.
 
Denise Figueiredo
“ IN Respostas’

Publicado março 20, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

Jean ferrat-que serais-je sans toi   1 comment


          

 

Quando Partir é ficar…

Partiu do plano visual, deixando a sua obra imortal.

 

 

 

          

 

Escutando sua voz  aprendi a mais amar esse idioma e as coisas desse lindo país

( mesmo porque meus  bisavós eram franceses de raíz portuguesa)

 junto ao  professor que já se foi.

Ambos se foram, desertaram antes  de mim, mas a essência ficou.

Boa viagem.

    

 

       

   

 

Lorsque s’en vient le soir qui tourne par la porte
Vivre à la profondeur soudain d’un champ de blé
Je te retrouve amour avec mes mains tremblées
Qui m’es la terre tendre entre les feuilles mortes
Et nous nous défaisons de nos habits volés

Rien n’a calmé ces mains que j’ai de te connaître
Gardant du premier soir ce trouble à te toucher
Je te retrouve amour si longuement cherchée
Comme si tout à coup s’ouvrait une fenêtre
Et si tu renonçais à toujours te cacher

Je suis à tout jamais ta scène et ton théâtre
Où le rideau d’aimer s’envole n’importe où
L’étoile neige en moi son éternel mois d’août
Rien n’a calmé ce cœur en te voyant de battre
Il me fait mal à force et rien ne m’est si doux

Tu m’es pourtant toujours la furtive passante
Qu’on retient par miracle au détour d’un instant
Rien n’a calmé ma peur je doute et je t’attends
Dieu perd les pas qu’il fait lorsque tu m’es absente
Un regard te suffit à faire le beau temps

Lorsque s’en vient le soir qui tourne par la porte
Vivre à la profondeur soudain d’un champ de blé
Je te retrouve amour avec mes mains tremblées
Qui m’es la terre tendre entre les feuilles mortes
Et nous nous défaisons de nos habits volés

 

Publicado março 14, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

Recomeçar – Miguel Torga   5 comments


 

Recomeçar  

 

Recomeça…
Se puderes,
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
do futuro,
Dá-os em liberdade
Enquanto não alcances,
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

 

Miguel Torga

 

"Devo à paisagem as poucas alegrias que tive no mundo. Os homens só me deram tristezas. Ou eu nunca os entendi, ou eles nunca se entenderam. (…) A terra, com os seus vestidos e as suas pregas, essa foi sempre generosa. (…) Vivo a natureza integrado nela, de tal modo que chego a sentir-me, em certas ocasiões, pedra, orvalho, flor ou nevoeiro. Nenhum outro espectáculo me dá semelhante plenitude e cria no meu espírito um sentido tão acabado do perfeito e do eterno."

Miguel Torga: Diário II (1943)

 

Devo  a uma amiga   ter lido esse texto ontem e  em resposta  a essa amiga  debulhei um pouco de mim…

Interessante… Miguel como Avelino, nasceram lá para lá dos montes, vieram para o Brasil os dois, por motivos ? O mesmo, melhorar a vida, vencer. Miguel voltou , Avelino não voltou, mas regressou a filha e netos. Quem ,sabe os bisnetos também mais dia menos dia…
O mais maravilhoso? A estampa , parecem velhos conhecidos meus, um porque tem meu sangue, o outro porque tem as letras , mas os dois de bem juntinho, têm semelhanças fisionômicas.
Até o Avelino em Sabrosa ia as festas( contava-me os detalhes da sua infância e juventude, tanto que no meu regresso, achei facinho sua  cidade, casa e nossa família) e provavelmente o Miguel nas das Pedras Salgadas ia futucar. Um nasceu em
12 de agosto 1907  em São Martinho de Anta,Vila Real,  e o outro 20 de junho de 19
10 nas Pedras Salgadas ,em Vilarinho de São Bento . Em 1929 um volta para começar os estudos em Coimbra e o outro vem para a terra brasilis povoar de filhos e trabalhar tentando enriquecer, mas apenas viveu.
Por isso o futuro está muito próximo da ficção, das dúvidas e das razões, da escolha e perseverança.
Tomar decisões não é fácil, mas quem disse que viver é fácil?

Miguel nos deixa em 17 de janeiro de 1995 em Coimbra e Avelino em 12  de junho de 1999 no Rio de Janeiro.
Um abraço e somos todos marinheiros, a vida é um mar e há barcos à deriva.

 

Sei que ao escrever essas linhas  , por uns serei  piegas, por outro, saudosista. Para uns  , maioria, convencida por falar em Miguel Torga como as letras que nos unem, mas é realmente, Letras  de alguém que escrevia  para hoje  eu as ler. Como disse essa mesma amiga. Quem escreve foge de si  para   mostrar um algo mais para outro. E nem foi dela o pensar que enviou. É de Fernando Pessoa. E dessa amiga, que traz o nome de minha  avó paterna, Ana, recebi e sorvi  as palavras  de encantamento que  levaram-me ao berço de Avelino , meu pai,que Deus usou para com minha mãe Deolinda  permitir que eu visse a luz do sol e dos olhos  que me cercam ou os olhos  que lêem o que escrevo.

Mais uma vez sou grata a Deus,

 de onde vim, por onde passei e pelas passadas que dei, dou e darei.

Os abraços que dei, os que sonhei dar e receber.

Espero a caminho do sonho maior,

fincar raízes na terra  sem nunca esquecer o céu.

Pois não quero metade de nada.

Quero tão somente o que de direito é meu.

Meu cesto cheio de sonhos,

 pedrinhas que conto dia após dia 

e  o prazer  de  as ver sob meus pés

 e  nem calos  me fazem.

Sou feliz!

Denise Figueiredo

FOTO

Usei foto de

 DIÁRIO DE VIAGEM DO JORNALISTA NUNO FERREIRA (EX-EXPRESSO, EX-PÚBLICO

Que percorre Portuagal  a pé.

Foto a linha do tua.

 

 

Publicado fevereiro 20, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

Dia dos namorados – Ainda te escrevo – Joaquim Sustelo-   Leave a comment


Publicado fevereiro 13, 2010 por Denise Figueiredo em Homenagens

De Janeiro a Janeiro

by Mariana Alcântara

Espaço de Celina

Criação literária de Celina Bittencourt

Paulo Alexandre Henriques

Escritor e Poeta português

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