Arquivo da categoria ‘Cirandas & Coletâneas

Mais um outono   2 comments


 

Mais um outono

 

 

Esse outono chove sem parar

Gotas salgadas que não consigo estancar.

Úmida é a estação e secas as mãos.

As tuas onde estarão?

 

Vou passar o inverno solitário,

Com os olhos no horizonte cinzento

Ser único e seu insólito inventário,

Duas almas, um mar e um pensamento.

 

Quando a primavera de meu continente chegar,

Contarei as rosas para te enfeitar.

Chegarei com braçadas coloridas por te amar,

Em teu continente já é outono…

Mas eu sei que vou te amar.

 

Denise Figueiredo

 

 

Ciranda Mais um Outono  

 

 

Otoño

 

Este lluvias de otoño sin escalas
Salado gotas que no puedo parar.
Es la estación húmeda y las manos secas.
Hágase tu voluntad, ¿dónde?

 

Voy a pasar el invierno solo,
Con los ojos en el horizonte gris
. Ser único y su inventario inusual
Dos almas, un mar y un pensamiento.

 

Cuando la primavera vienen de mi continente,
Dile que las rosas para decorar.
Voy a llegar con los brazos cargados de color por el amor,
En su continente ya es otoño…

Pero sé que te amo.

 

Denise Figueiredo

 

Ciranda Mais um Outono  

 

 

 

 

Publicado maio 31, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

Sentimento Irresitível   2 comments


 

 

Sentimento Irresistível 

 

 

Longe de ti sempre estive

Não te busquei e te achei

Se desse amor me contive,

Foi por ele que sonhei.

 

Os teus olhos, eu nunca vi!…

Nem tua face, eu contemplei!…

Mas em tua voz eu senti,

É o ser que sempre amei.

 

Sou flor de um jardineiro,

Que essa flor desenhou.

Não a comprou por dinheiro,

Mas pelo muito que amou.

 

Sentimento irresistível!…

Por todos ditos impossível,

Que a linha do tempo enganou,

E que ao nosso amor prosperou.

 

Denise Figueiredo

Do livro

Aná & Katá

© 2010

 

 

Anel de poesia do site da amiga Socorro Lima Dantas

Publicado abril 29, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

O Meu Jardim Secreto   5 comments


 

Meu Jardim Secreto

 

Nem a profundeza do tempo

Nem a tirania da paixão

Tão pouco o insensível desprezo

Vai tirar-me a razão.

 

Sou o gravitar do amor.

Com todos os matizes e cores

Perfumes em todas as flores

Do teu jardim secreto.

 

Quando fechares os olhos

Serei eu habitando  vielas tuas ?

Quando olhares o céu eu serei o teu anelo?

Isso pelo muito que te quero.

 

Minha alma quer enfeite,

Não há flor que não lhe deite.

São desse amor manifesto

É o meu jardim secreto.

 

Denise Figueiredo 

©2010

 Do livro

 Meus sonhos

 

 Rascunhos & Sentimentos

 

 

  Secret Garden

 

Ni la profundidad del tiempo

Ni la tiranía de la pasión

Ni la indiferencia cruel

Me tomará derecha.

 

I gravitan hacia el amor.

Con todos los matices y los colores

Perfumes en todas las flores

Haga su jardín secreto.

 

 

Cuando usted cierra los ojos

¿Estoy viviendo los callejones de su

Cuando usted mira el cielo Voy a ser tu deseo.

Esto es debido a todo lo que quieras.

 

Mi alma quiere ornamento,

No hay flor que no se acuesta.

Se manifiestan este amor

Es mi jardín secreto.

 

Denise  Figueiredo

©2010

 Do livro

 Meus sonhos

 

 Rascunhos & Sentimentos

 

 

 

 

 

Publicado março 20, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

TE DOU MEU CORAÇÃO   4 comments


  

 

TE DOU MEU CORAÇÃO

Com efeito,
Sem preconceito,
É o que tenho dentro do peito.

Denise Figueiredo

POETRIX 24

Publicado fevereiro 21, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

Amar-te   1 comment


 

" Amar-te" 

 

♥Amar-te, o meu maior sonho! ♥

Denise Figueiredo 

 

Publicado fevereiro 13, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

Olhar…   2 comments


  

Olhar… 

 

 

 

Seus olhos lânguidos e amendoados…

Poucos contemplaram os verdadeiros.

Vértice  da  alma e  atordoados,

Mas com direção e humor certeiros.

 

Brilho na mente que a tudo contempla

A lente que a si mesmo inventa

Imposição por si e em si exempla

Rosa muito mais rosa, mas assusta. 

 

Da cor rosa e através do rosa,

Prisma translúcido e real invento.

Poesia mostra em céu de prosa.

 

Íris de cor estranha e nunca vista,

Alma doce qual ninguém ainda viu

Só entende quem por amor insistiu,.

 

Denise Figueiredo

Do livro Aná & Katá

 

 

 

Publicado fevereiro 12, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

Desassossego do Poeta   7 comments


 
Desassossego do Poeta
 
 
Mar à frente
Mão demente!…
Querendo escrever e sem poder,
Apavora-se então!
 
Tudo à volta,
É pergunta sem resposta,
Um ameno vislumbrar…
O poeta tudo aposta.
 
Mas sem amor,
Porque deixou partir.
Sem dor,
Porque esqueceu de chorar,
Mergulha no mar de amor.
Busca as suas mágoas lavar.
 
Volta refeito,
Tirou a chaga do peito.
Porque o amor voltou.
A paz encontrou.
 
Espera-se que para sempre,
É o fim da alma descrente.
E volta a escrever o esteta,
É o fim do desassossego do poeta!…
 
Denise Figueiredo
.
 

Publicado fevereiro 7, 2010 por Denise Figueiredo em Cirandas & Coletâneas

De Janeiro a Janeiro

by Mariana Alcântara

Espaço de Celina

Criação literária de Celina Bittencourt

Paulo Alexandre Henriques

Escritor e Poeta português

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